ABS E C-BS SERÃO OBRIGATÓRIOS A PARTIR DE 2016

08/01/2015 11:15

CONTRAN aprovou a obrigatoriedade dos sistemas de antitravamentos em motos com adoção gradativa de 2016 até 2019


09/12/2014

ABS e C-BS serão obrigatórios em motos

A partir de 1ª de janeiro de 2016 passa a valer a Resolução nº 509  do Contran (Leia a Resolução no final  do texto), que determina a obrigatoriedade das motos acima de 50 cc serem equipadas com o C-BS eo  ABS, sistemas de freios que se complementam para o aumento da segurança de frenagem das motos.

A adoção desse sistema será gradativa a fim de permitir que as empresas possam se adequar. Os preços serão aumentados, evidentemente, para abrigar os custos desse incremento tecnológico. O valor, atualmente de R$ 1.500,00 do ABS, pode ser rebaixado com o aumento da produção do equipamento ABS e C-BS, impactando bem menos no preço das motos até 2019, quando toda produção e importação deverão ser com esses equipamentos de série.

Em quais motos e cilindridas serão adotados

O sistema  C-BS deve ser adotado em motos de 50 cc até 299 cc; podendo ser trocado pelo ABS (mais eficiente), de acordo  com a conviniência da montadora, ou utilizado os dois juntos;
O ABS será obrigatório em todas as motos acima de 300 cc e podera ser empregado juntamente com o C-BS e outros sistemas. 
As motos importadas deverão seguir a mesma norma.

O que é o C-BS
C-BS é sigla em inglês para Combined Braking System (sistema de freios combinados). É um sistema coadjuvante (conjuga o acionamento do freio traseiro e o dianteiro ao mesmo tempo) e diferente do ABS, que impede o travamento das duas rodas. Enquanto nos freios tradicionais existem acionadores independentes para frear a roda da frente no manete direito, e a traseira no pedal de freio, o sistema combinado reparte a força de atuação entre as duas rodas,  mesmo se acionado o freio traseiro, o do pé. 

Início da validade
Veja a data de adoção dos sistemas, segundo a Resolução 509 do Contran:
- A partir de 1º de janeiro de 2016: 10% da produção ou importação;
- A partir de 1º de janeiro de 2017: 30% da produção ou importação;
- A partir de 1º de janeiro de 2018: 60% da produção ou importação;
- A partir de 1º de janeiro de 2019: 100% da produção ou importação.