MOTO GUZZI COMPLETA 90 ANOS

22/07/2011 18:09

 

Moto Guzzi completa 90 anos


 

Entre 16 e 18 de setembro acontece a sexta “Giornate Mondiali Guzzi” (traduzindo, Jornada Mundial Guzzi), em comemoração ao aniversário de 90 anos de uma das marcas italianas de motocicletas mais tradicionais do mundo. Nestes três dias de festas, os “guzzistas” participarão de inúmeras atividades como, por exemplo, shows musicais, visitação à linha de produção, exposição de modelos clássicos e test-ride.

Além disso, a Moto Guzzi promete ainda lançar um novo modelo desenvolvido e criado na fábrica em Mandello del Lario, local do evento, que fica na região Noroeste da Itália. Segundo a marca, a nova moto entrará para a história do motociclismo mundial, já que será equipada com o que há de mais moderno em termos de tecnologia embarcada.

É dessa forma, dando novos rumos para sua trajetória de sucesso que a Moto Guzzi, que desde dezembro de 2004 pertence ao Grupo Piaggio, se prepara para o futuro. Mas sem deixar de lado seu passado de glórias, principalmente as vitórias nas pistas, e os motores de dois cilindros em “V” posicionados transversalmente, com os cabeçotes à mostra, uma espécie de assinatura em metal das motos feitas em Mandello del Lario.

Fundada em 15 de março de 1921, a “Società Anonima Moto Guzzi” (Ou seja, Moto Guzzi Sociedade Anônima), além de atuar em outras atividades industriais, tinha como objetivo iniciar a produção e a venda de motocicletas. A sede administrativa ficava em Genova e a produção em Mandello Tonzanico. Anos mais tarde a fábrica foi instalada em Mandello del Lario, pequena comunidade próximo ao Lago de Como.

Nesses primeiros passos se destacam a ousadia e o arrojo de Emanuele Vittorio Parodi e seu filho Giorgio, além de Carlo Guzzi. Para homenagear o amigo e piloto Brescia Giovanni Ravelli, da Força Aérea Real, que morreu durante um vôo-teste, os sócios fundadores resolveram usar como símbolo da nova marca de motocicletas uma águia com asas abertas. Assim nasceu o primeiro logotipo da Guzzi. O pássaro permanece até hoje, como fosse um símbolo de liberdade.